Vigésimo terceiro dia – 26;04;2011
Da Holanda à Itália
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148-Eu em dois momentos em Amsterdam |
1º. Movimento
Minha vida na Holanda
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149-Águas do Mar do Norte, em Amsterdam |
Alegro
Neste ponto do projeto agradeço a Ângela Magalhães, historiadora brasileira que fez minha conecção com a Holanda, e à Wilma Custers, designer holandesa que me recebeu em Amsterdam.
À Ângela envio quatro imagens da cidade.
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150-Quatro vistas de Amsterdam |
Para Wilma, as tulipas, desejando que nunca faltem flores em sua casa, mesmo no mais frio dos mais frios invernos.
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151-Um presente para os invernos |
Cantante
Na Holanda costuma-se alugar parte da casa a pessoas que visitam ou trabalham temporariamente no país. Isso oferece oportunidade aos holandeses de ganhar algum dinheiro extra, e um conforto especial para quem pretende “morar” durante uma temporada.
Sendo Amsterdam uma cidade cara para quem pretende ficar em hotéis, essa alternativa é bastante confortável.
Caminhante
Eu alugo um quarto na casa de Wilma, onde permaneço por 33 dias, fazendo minha própria comida e confortavelmente instalada. Aprendo como andar nos ônibus e “trams” da cidade e também a forma mais econômica de usar esses transportes públicos... já me sinto quase uma holandesinha!
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152-Meios de transporte |
Além das tarefas referentes ao meu projeto, visito museus, parques, algumas cidades, e faço uma grande quantidade de fotos.
2º. Movimento
Presentes
Caminhante
Estou muito feliz por ter ficado este tempo na Holanda. E tenho vontade de mandar presentes.
Aqui envio duas imagens aos antepassados navegantes holandeses, que colonizaram minha terra, Pernambuco.
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153-Aos navegantes holandeses |
3º. Movimento
Viagem de volta à Itália
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154-Amsterdam airport (Fonte: holland-travel-guide.com) |
AlegroWilma Custers me leva ao aeroporto. Um “regalo” muito carinhoso.
Cantante
“Schiphol” é o nome do aeroporto de Amsterdam. Um belíssimo, moderno e confortável terminal de passageiros.
Caminhante
Chego o aeroporto como quem vai deixando para trás uma vida inteira neste lugar. Adorei estar aqui. Ficarei com saudades.
Conheci muitas coisas importantes que foram sendo adicionadas ao meu projeto, e também fotografei a cidade, as tulipas, e, em especial, recebi carinho desse povo.
A viagem de volta para a Itália, a nova etapa do meu projeto dura somente duas horas.
Rapidamente retorno ao local onde meu pai esteve durante a II Guerra Mundial.
Por aqui pretendo realizar mais algumas “missões“ e depois retornar ao Brasil.